quinta-feira, 24 de abril de 2014

Que tal saber quem anda bisbilhotando seu Whatsapp e Facebook?!


PEEPERPEERER

PeeperPeerer é um aplicativo dedicado para os usuários de smartphones que têm receio de que alguém esteja fuçando suas redes sociais escondido. Disponível para Android, ele cria atalhos falsos de apps como WhatsAppFacebook e Facebook Messenger e tira uma foto quando o bisbilhoteiro tenta abri-los.
Para usar, basta abrir o programa e selecionar quais ícones você deseja imitar. Além dos citados, há os mensageiros Line e WeChat. Após escolher, arraste atalhos falsos para sua tela inicial para enganar os curiosos.
Em seguida, o software abre uma tela falsa de cada aplicativo imitado e acusa uma mensagem de erro de conexão. Dessa maneira, a ferramenta usa a câmera frontal para tirar uma foto da pessoa usando seu smartphone sem permissão.
Depois disso, basta acessar o serviço e conferir as imagens, que mostram o aplicativo fuçado, data e hora exatos em que alguém tentou acessá-lo. Baixe agora o PeeperPeerer e descubra quem está querendo checar suas informações pessoais nas redes sociais!
LINK PARA DOWNLOAD:

fonte: http://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/s/peeperpeerer.html

quarta-feira, 23 de abril de 2014

O processador ideal para você

Usando o Google como Ferramenta Hacker

O Google Hack funciona sim!!! Durante minha pós graduação (Segurança em Redes) fizemos um trabalho sobre invasão por SQL Injection e o Google Hack fora a ferramente de busca. 
Façam testes nos sites e sistemas virados externamente de sua empresa!

Por favor, use a ferramenta para o bem! (SQN! hahaha...)
obs: E ainda dizem que 'A Verdade está la fora'

Boa leitura!
A utilização de agentes buscadores para catalogar páginas, ao mesmo tempo em que aumenta consideravelmente o número de respostas da ferramenta, traz o problema de muitas vezes catalogar mais do que os administradores de páginas gostariam. Isso porque muitos servidores conectados a Internet – e, portanto, passíveis de serem catalogados por agentes buscadores – não foram configurados de forma segura, contando apenas com o fato de não serem conhecidos para se protegerem. Assim, se os agentes do Google encontrarem, por exemplo, arquivos sigilosos ao fazerem uma varredura nos servidores de sua empresa, eles irão adicionar tais arquivos e páginas à base de dados do Google na primeira oportunidade, já que não são capazes de diferenciar o que é público do que é confidencial.
Dessa forma, muita informação “sensível” pode ser encontrada, bastando que se saiba o que procurar. Não bastasse isso, o Google armazena no “cache” uma versão da sua página ou arquivo, de modo que mesmo corrigindo o problema do seu servidor, seus dados podem ainda estar expostos. Vejamos alguns tipos de ataques que podem ser feitos através do Google.
Nota: é importante observar que a maioria dos ataques e técnicas aqui exemplificados não são nenhuma novidade. Existem registros sobre alguns destes que datam de 2001, o que indica que usuários maliciosos vêm explorando tais características de sistemas de busca a mais tempo ainda.


Ataque #1 – Identificação de servidores
Para identificar todas as páginas da Google que o próprio Google já catalogou, por exemplo, basta
digitar:
* inurl:google.com
Para encontrar servidores extras dentro do mesmo domínio, subtraia o domínio principal da busca anterior. No exemplo, podemos entrar com inurl:google.com –inurl:Google para listar diversos subdomínios dentro de “google.com” (como, por exemplo, “images.google.com”, “gmail.google.com”, “desktop.google.com”, etc).
É possível ainda encontrar serviços remotos em execução. Veja os exemplos à seguir:
* intitle:”VNC Desktop ” inurl:5800 # procura por servidores “VNC” em execução
* intitle:”remote desktop web connection” # refere-se à Área de Trabalho Remota (“Windows Remote Desktop”)
* intitle:”Terminal Services Web Connection” # refere-se ao serviço de terminal (“terminal services”) da Microsoft
* allintitle:”microsoft outlook web access” logon # busca por páginas de acesso remoto ao webmail Microsoft
Outlook

Ataque #2 – Servidores negligenciados
Muitos servidores de páginas web, como o Apache, exibem páginas padrão ao serem instalados. Isso é feito essencialmente para mostrar ao administrador que o serviço está sendo executado sem problemas, e oferecer dicas sobre como proceder em seguida. Acontece que muitas pessoas acabam instalando servidores sem saber, e embora a existência da página padrão não indique especificamente uma vulnerabilidade, costuma mostrar que o servidor em questão foi negligenciado pelos administradores, e possivelmente está com suas configurações padrão.
Afinal, se o administrador não se deu ao trabalho de sequer modificar a página principal do servidor, é muito provável que ele também não tenha se preocupado em atualizar o mesmo, ou em tornar o próprio sistema mais seguro. 
Buscar por:
* intitle:”test page for Apache”
* intitle:“Página teste para a instalação do Apache”
retorna uma lista de servidores que estão exibindo a página padrão do Apache.
Para procurar por páginas padrão do IIS, poderíamos buscar por:
* intitle:welcome.to.IIS.4.0
* intitle:”welcome to windows 2000 internet services”
* intitle:”welcome to windows xp server internet services”
* “under construction” “does not currently have” para servidores mais novos.

Ataque #3 – Listagem de diretórios
Configurar servidores adequadamente pode ser uma tarefa bastante confusa, e de fato muitos administradores cometem erros na hora de determinar que diretórios do sistema podem ou não ser acessados via Internet. Além disso, servidores costumam permitir a listagem dos arquivos e subdiretórios dentro de um diretório que possa ser acessado mas não tenha a página de nome padrão
(geralmente “index.html”, embora isso possa ser modificado nas configurações do servidor). Isso permite que usuários maliciosos procurem por listagem de diretórios sensíveis em seu servidor, ou ainda por arquivos específicos dentro de seu sistema, que podem ser acessados pelo nome mesmo que seu servidor esteja configurado para não listar o conteúdo de diretórios (desde que, é claro, o servidor tenha permitido acesso ao arquivo devido a má configuração do servidor). 
É possível, por exemplo, buscar por:
* intitle:index of/admin
retorna listagem de diretórios chamados “admin”, comumente utilizados por administradores de sistemas para guardar arquivos e dados – possivelmente sensíveis.
Buscar por arquivos e subdiretórios específicos dentro de listagens diretórios também é possível, como por exemplo:
* intitle:”index of” .htpasswd
* intitle:”index of” backup

fonte: Usando o Google como ferramenta hacker – Parte 1 

Ataque #4 – Senhas
Muitos servidores mal configurados tornam públicos seus arquivos de registro (“logs”), permitindo assim que usuários maliciosos obtenham senhas de sistemas (muitas vezes com privilégios de administrador) sem trabalho algum, bastando buscar por:
* filetype:log inurl:”password.log”

Ataque #5 – Explorando bancos de dados
Grande parte dos servidores web precisa de serviços de banco de dados instalados, mas muitos não são bem configurados e acabam fornecendo informações sigilosas, como tabelas inteiras, que podem conter até mesmo campos com nome de usuários e senhas válidas dentro do sistema. 
A seguinte busca procura por tais tabelas:
* “# dumping data for table” (username|user|users) password
Conhecendo um pouco da estrutura de arquivos de uma base de dados SQL, é possível ir diretamente atrás de arquivos que contenham senhas, como por exemplo através da busca:
* filetype:properties inurl:db intext:password
É possível ainda identificar bancos de dados vulneráveis a ataques de “injeção de SQL”, ao pesquisarmos por mensagens de erro que tipicamente denunciam esse problema:
* “ORA-00921: unexpected end of SQL command”
* “ORA-00933: SQL command not properly ended”
* “unclosed quotation mark before the character string”

Ataque #6 – Explorando relatórios de segurança
Administradores preocupados com a segurança de seus sistemas costumam executar programas específicos que realizam varreduras de segurança e identificam vulnerabilidades em seus servidores.
Procurar por:
* “This file was generated by Nessus”
* “This report lists” “identified by Internet Scanner”
retorna desde páginas exemplo até relatórios reais, que indicam as vulnerabilidades encontradas em determinados servidores, que colocaram os relatórios das ferramentas (como o “nessus” ou o “ISS”, do exemplo acima) em uma área pública.

Ataque #7 – Usando o Google como um web proxy
A possibilidade de se traduzir páginas é um dos grandes atrativos do Google. Através da páginaGoogle Translate podemos digitar uma URL qualquer e o Google fará a tradução da página de acordo com o idioma desejado. O procedimento é simples: O Google acessa a página, traduz, e retorna ela para você. Na prática, você não fez nenhuma conexão direta à página desejada, e o Google atuou como um web proxy para você. O único problema desse procedimento é que você precisaria traduzir a página desejada de algum idioma para outro, e visualizá-la somente no idioma destino. No entanto, isso pode ser facilmente contornado. 
A sintaxe retornada pelo Google para as traduções é no seguinte formato:
onde PAGINA é a URL completa desejada, LANG1 é o código para o idioma original da página, e LANG2 é o código para o idioma destino. Manipulando esses valores, podemos colocar o mesmo idioma como origem e destino, e assim ver a página em seu idioma original, utilizando o Google como web proxy.
Para ver o conteúdo da página do GRIS (em português) através do Google, basta digitar:
Idiomas identificados pelo Google até a data de publicação deste documento são:
* de (alemão)
* es (espanhol)
* fr (francês)
* it (italiano)
* pt (português)
* us (inglês)

Ataque #8 – Fazendo o “googlebot” lançar ataques por você.
Como visto no início deste documento, o “googlebot” é o agente responsável pela busca e classificação das páginas dentro de servidores. Pedir ao agente para visitar sua página é um procedimento fácil, e que pode ser feito de muitas maneiras diferentes. Uma vez dentro de sua página, o “googlebot” (e qualquer outro agente de serviços de busca, na verdade) vai registrar e seguir cada um dos links que você incluir dentro da mesma, não importa quais sejam. Um usuário pode, portanto, adicionar links de natureza maliciosa em sua página e apenas esperar os agentes surgirem para fazer o “trabalho sujo” por ele. Os agentes buscadores se encarregarão de executar o ataque e, não bastasse isso, ainda podem colocar os resultados devolvidos pelas vítimas (caso existam) publicamente em suas páginas de busca, para que qualquer um (inclusive o atacante) possa ver. Exemplos links com ataques potenciais incluem:
* http://algumhost/cgi-bin/script.pl?p1=`ataque`
* http://algumhost:54321/ataque?`id`
http://algumhost/AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA…
Repare que é possível ainda manipular a sintaxe das URLs para mandar o agente acessar o servidor alvo em portas específicas (na segunda linha de exemplo, mandamos ele acessar a porta 54321).
Existem muitas outras formas de ataque possíveis através de mecanismos de busca. Sabendo o que procurar, é possível utilizar o Google para encontrar informações que vão de dados de um servidor até senhas de banco e números de cartão de crédito.

Mas Calma!!! Nunca estamos 100% seguros, mas podemos minimizar as falhas....

Usando o Google para se defender de ataques:
Da mesma forma que o Google pode ser usado por usuários maliciosos a fim de atacar seus servidores e clientes, você também pode utilizá-lo para proteger os mesmos através de algumas simples ações e constante vigilância. Essencialmente, não coloque informações sensíveis em seus servidores, ainda que temporariamente.

Configure seus servidores com atenção redobrada e verifique regularmente sua presença (e a presença de seu sistema) dentro do Google, utilizando o operador “site:” para fazer pesquisas em todos os seus servidores. Este operador também aceita números de IP como parâmetro, então é possível utilizá-lo em seu servidor de IP fixo mesmo que ele não tenha um nome de domínio válido.
O procedimento de verificação acima pode ser automatizado através da utilização de ferramentas gratuitas disponibilizadas na Internet, dentre elas o “sitedigger”, da Foundstone, que pode ser obtido em:
e o Wikto, da Sensepost, que pode ser obtido em:

Consertando o estrago que já foi feito:
Ainda que você tome as devidas atitudes ao identificar um problema em seus sistemas através do Google, este pode continuar exibindo sua página, dados ou arquivos indesejados através do sistema de armazenamento de páginas. Para resolver esse problema, basta avisar ao Google que você quer a referência anterior à sua página atualizada ou removida, acessando Google Webmaster Central e seguindo as indicações. Naturalmente, para remover a referência a um servidor, você precisará provar que é o administrador do mesmo.

fonte:
GRIS ( Grupo de Resposta a Incidentes de Segurança ) da UFRJ por este excelente material que está disponível neste link.
Traduzido e Adaptado por firebits
http://www.backtrack-linux.org/forum.../firebits.html

Acesso Remoto da MS via iOS e Android




A Microsoft lançou nesta quinta-feira, 17, um novo aplicativo que permitirá aos usuários de iOS e Android comandarem seu PC remotamente, tanto por tablet quanto celular. O aplicativo é gratuito e usa o protocolo RDP (Remote Desktop Protocol), utilizado em outras aplicações da empresa.

A empresa afirma que o recurso será compatível com todas as versões do Windows, desde que o sistema tenha ativo a ferramenta de acesso remoto.

O recurso é principalmente voltado para usuários corporativos, interessados em se conectar ao seu PC remotamente para trabalho enquanto estão fora do escritório, mas é possível utilizá-lo para qualquer finalidade.

Curiosamente, o aplicativo não foi lançado para Windows Phone. Para executar a função, o computador também deverá executar o Remote Desktop, mas como um host, para permitir a conexão.

Para baixar o aplicativo para Android clique aqui para ir para o Google Play. Já para fazer o download para iOS, é só clicar aqui para ir para a App Store

fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/38312/38312

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Vírus é capaz de alterar boletos gerados na web e desviar os pagamentos



O site Linha Defensiva, especializado em segurança, alerta para o perigo de uma nova e inteligente praga virtual no Brasil. Em publicação desta manhã (15), o portal revela que o malware é capaz de alterar a numeração da linha digitável de boletos bancários acessados pelos navegadores, desviando o destino de pagamento.

Como funciona

A fraude foi muito bem planejada pelos criminosos. Primeiramente, o vírus verifica a presença de softwares de segurança dos bancos e tenta removê-los. Como se isso não bastasse, o invasor desabilita o firewall do sistema operacional, efetua uma cópia de si mesmo com um nome qualquer e configura esse “desmembramento” para ser iniciado junto com a inicialização do computador.

Depois de se infiltrar no SO, a praga permanece monitorando as atividades realizadas no PC e detecta quando um boleto é aberto no browser. Ao perceber esse tipo de atividade, ele altera a numeração do documento e corrompe o código de barras, obrigando que a transação seja efetuada pelo primeiro recurso — o qual foi alterado para encaminhar o pagamento para uma conta fraudulenta.

Dessa forma, o grande problema é que mesmo ao imprimir o boleto você não escapará do golpe. Assim, até mesmo quem não utiliza o internet banking está suscetível a cair nessa armadilha. Na galeria de imagens abaixo, você pode conferir exemplos de boletos maliciosos.

Aprenda a se defender

A nova linha digitável aplicada pelo vírus não altera os dados legíveis do boleto, como valores, datas de vencimento ou nomes e logos dos bancos, dificultando a percepção da fraude. Além disso, o golpe não funciona a partir de um site ou navegador específico, o que permite a praga atuar com documentos de pagamento gerados a partir de qualquer instituição financeira.

Para se defender dessa ameaça e identificá-la o mais rápido possível, o Linha Defensiva fornece algumas dicas importantes:

  • Ao ser corrompido, o código de barras fica com espaços em branco. Esses buracos são os responsáveis pelo erro de leitura pelos caixas eletrônicos ou aplicativos baseados no QR Code, por exemplo;
  • As numerações modificadas das linhas digitáveis dos documentos são sempre parecidas. Assim, se ao emitir mais de um boleto você perceber um número muito similar, abra o olho;
  • Por fim, os logos dos bancos nem sempre correspondem aos seu correto código de identificação.

fonte: http://news.hackersec.com/2013/04/virus-e-capaz-de-alterar-boletos.html

terça-feira, 15 de abril de 2014

Será que é virus???

Sempre que tiverem dúvidas sobre a veracidade e confiabilidade de um arquivo, ou link, acessem este endereço e façam testes:

Exemplo de um arquivo de NF-e fake:




quarta-feira, 26 de março de 2014

Zero Day Vulnerability MS Word 2010

Microsoft Word zero day exploitMicrosoft warned about a zero-day vulnerability in Microsoft Word that is being actively exploited in targeted attacks and discovered by the Google security team. “At this time, we are aware of limited, targeted attacks directed at Microsoft Word 2010…” company said.

According to Microsoft's security advisory, Microsoft Word is vulnerable to  a remote code execution vulnerability (CVE-2014-1761) that can be exploited by a specially crafted Rich Text Format (RTF).

An Attacker can simply infect the victim's system with malware if a user opens a malicious Rich Text Format (RTF), or merely preview the message in Microsoft Outlook.

"The issue is caused when Microsoft Word parses specially crafted RTF-formatted data causing system memory to become corrupted in such a way that an attacker could execute arbitrary code."

Microsoft acknowledged that remote code execution flaw also exists in Microsoft Word 2003, 2007, 2013, Word Viewer and Office for Mac 2011.

Microsoft is working on an official patch, which will be released with the next Patch Tuesday security updates on April 8.

But in the meantime, Windows users can use temporary 'Fix It' tool to patch this vulnerability and also can install Enhanced Mitigation Experience Toolkit (EMET) tool that can mitigate this vulnerability.

Do not download .RTF files from the suspicious websites, and do not open or preview .RTF email attachments from strangers.